
A empresa Suprema Comércio de Erva Mate celebrou um contrato com a Agepen-MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) para uso de mão de obra de presidiários da Gameleira, em Campo Grande.
Conforme o extrato do Termo de Cooperação Mútua publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (14), a empresa fará a utilização de mão de obra de internos que cumprem pena no Centro Penal Agroindustrial da Gameleira, em atividades de empacotamento de erva-mate e fracionamento de embalagens, nas dependências do próprio presídio.
Portanto, a remuneração devida pelo cooperado a cada interno será de um salário mínimo nacional e uniforme, ou seja, R$ 1.621,00. O prazo de vigência é de 12 meses.
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