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Campo-grandense desaparece em província no Japão e família mobiliza buscas

Kennedy Kashiwabara, de 38 anos, reside na cidade de Oizumi, localizada na província de Gunma

11/01/2026 às 13h37
Por: Redação Fonte: Midiamax
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Campo-grandense desaparece em província no Japão e família mobiliza buscas

O campo-grandense Kennedy Kashiwabara, de 38 anos, está desaparecido no Japão desde o dia 22 de dezembro. Residente no país há 20 anos, o homem é morador da cidade de Oizumi, na província de Gunma.

Cleocir Ribeiro da Silva, mãe de Kennedy, informou ao Jornal Midiamax que notou a ausência do filho por meio das redes sociais. “Percebi que ele não olhava mais meus stories, achei que deveria estar de recesso do trabalho, mas dia 27 já deram falta dele no trabalho como desaparecido”, explica.

Conforme informações do portal de notícias RPJ News, o rapaz foi visto pela última vez em um bilhar após o expediente de trabalho. Na ocasião, ele avisou que iria a pé para casa e, desde então, não houve qualquer informação sobre seu paradeiro.

De acordo com Cassemiro Kashiwabara, pai de Kennedy, o filho teria se envolvido em uma discussão na fábrica em que trabalha. Para acalmá-lo, amigos o convidaram para o bilhar e, desde que deixou o local, não retornou para casa ou serviço. Familiares e conhecidos destacam que o comportamento é incomum para o rapaz.

Kennedy é divorciado e pai de dois adolescentes, de 14 e 15 anos, que moram na mesma cidade. Segundo Cassemiro, seus netos ainda não foram informados sobre o desaparecimento com o objetivo de poupá-los.

Buscas por Kennedy

Conforme o site, a família registrou o desaparecimento junto à polícia japonesa, mas, até o momento, não receberam qualquer novidade sobre o andamento das investigações. Tentativas de contato com a Embaixada do Brasil no Japão e consulados também ocorreram, contudo, não houve retorno. O que se sabe é que polícia entrou em contato com o empregador japonês do homem.

Especialistas destacam que, após 15 dias, o desaparecimento de um adulto passa a ser considerado de longa duração. O período aumenta a angústia da família e a urgência de uma investigação mais aprofundada, com análise de múltiplas hipóteses.

Diante da gravidade do caso, familiares defendem uma atuação mais efetiva da Embaixada e dos consulados brasileiros, em articulação direta com a polícia japonesa, visando acelerar as apurações.

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